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Paulo Afonso,25/05/2026

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Prefeitura de Salvador dá calote até em empresa de bolsonarista”, diz Afonso Florence

Redação
Prefeitura de Salvador dá calote até em empresa de bolsonarista”, diz Afonso Florence Kayo Magalhães/Câmara dos deputados

O deputado federal Afonso Florence (PT-BA) criticou o prefeito Bruno Reis após a revelação de uma disputa judicial entre a Prefeitura de Salvador e a Localiza, a maior empresa de locação de veículos da América do Sul. 

A empresa acusa a gestão municipal de atrasar pagamentos, ignorar notificações e tentar manter veículos oficiais por meio de requisição administrativa, mesmo depois do fim do contrato.


“A Prefeitura de Salvador dá calote até em empresa bolsonarista. Essa é a forma de governar do grupo político que quer disputar o Governo do Estado? O prefeito Bruno Reis deixou de pagar a Localiza e, para não ter os veículos retirados, recorreu à Justiça. É um caso grave, que expõe improviso e desorganização administrativa com o dinheiro público”, afirmou Florence.


O deputado também criticou o decreto municipal que determinou a requisição administrativa dos veículos da locadora. Para ele, a medida evidencia o planejamento feito pela gestão de Bruno Reis na condução de um contrato milionário: não paga o que deve e confisca os carros para continuar a usar na Prefeitura. “Se o contrato tinha prazo para acabar, a Prefeitura deveria pagar os serviços e realizar nova licitação em tempo hábil.” O que Salvador está assistindo,  é uma gestão que se vende como eficiente, mas vacila, e transforma contrato milionário em disputa judicial”, disse.


A Localiza sustenta que comunicou previamente, por diversas vezes, o desinteresse em uma nova prorrogação contratual e que teria aceitado aditivos anteriores para dar tempo à administração municipal de realizar uma nova licitação. A empresa pede à Justiça a devolução de 292 veículos e a anulação do decreto municipal que determinou a requisição administrativa. “Bruno Reis precisa se explicar. Salvador não pode ser administrada na base do improviso, do calote e da judicialização. É muita incompetência!”, completou Afonso.




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