Policial militar é investigada por suspeita de furtar colega de farda e usar cartão de crédito da vítima em Alagoas
Divulgação A Polícia Militar de Alagoas instaurou um conselho de disciplina para apurar a conduta de uma policial militar suspeita de furtar a carteira de uma colega de farda e realizar transações financeiras indevidas com o cartão de crédito da vítima. O caso ocorreu no âmbito do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), sediado em Delmiro Gouveia, no Sertão alagoano.
Segundo informações divulgadas pela corporação, o procedimento administrativo foi instaurado no dia 20 de maio com o objetivo de avaliar as condições de permanência da militar nos quadros da instituição.
De acordo com a PM, a suspeita teria furtado a carteira da colega dentro de uma unidade militar e, posteriormente, utilizado o cartão de crédito da vítima para realizar compras e outras movimentações financeiras sem autorização.
A corporação informou ainda que a policial encontra-se afastada do serviço ativo e sem receber remuneração. A medida foi adotada em razão de sua ausência injustificada da unidade desde o dia 8 de maio, situação enquadrada como crime de deserção no âmbito militar.
Em nota, a Polícia Militar de Alagoas destacou que não compactua com desvios de conduta praticados por seus integrantes e ressaltou que a instituição é regida por normas e regulamentos que prezam pela legalidade, disciplina e respeito, tanto durante o exercício da função quanto fora do serviço.
O caso segue sob apuração administrativa, sem prejuízo de eventuais responsabilizações nas esferas criminal e disciplinar, caso as suspeitas sejam confirmadas.
Nota da PM
“A Polícia Militar de Alagoas informa que um conselho de disciplina foi instaurado no dia 20 de maio para avaliar as condições de permanência de uma praça suspeita de furtar a carteira de outra policial dentro de uma unidade militar e efetuar transações financeiras indevidas com o cartão de crédito da vítima.
A militar encontra-se afastada do serviço ativo e sem o recebimento de salário. A decisão ocorreu em razão da ausência injustificada da policial em sua unidade desde o dia 8 de maio, enquadrando-se no crime de deserção.
A Corporação ressalta que não compactua com qualquer desvio de conduta por parte de seus integrantes e reitera que é regida por normas e regulamentos que prezam pela legalidade e pelo respeito, tanto no exercício da função quanto fora do serviço”.




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